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Nascida em Nápoles no dia 21 de outubro de 1550, Úrsula Benincasa foi consagrada a Nossa Senhora desde os seus primeiros instantes de vida por seus pais, Gerônimo e Vicenta. Desde a infância, a menina já demonstrava uma sensibilidade espiritual profunda, chegando a ser encontrada chorando aos sete anos de idade diante de um crucifixo pelas ofensas da humanidade ao Coração de Jesus. Na adolescência, a família enfrentou a dolorosa perda dos pais, o que uniu Úrsula e seus irmãos, Antônia e Francisco, em um pacto de apoio mútuo: enquanto o irmão se dedicava aos estudos, as duas irmãs garantiam o sustento do lar com o trabalho no tear e no bordado, conduzindo a rotina sob uma forte atmosfera de oração e desapego do mundo.

O desejo de Úrsula de se consagrar inteiramente a Deus a levou a procurar o mosteiro das Irmãs Capuchinhas, mas ela foi recusada pela superiora devido à fragilidade de sua saúde e ao limite de vagas preenchido. Diante da negativa, a jovem não desanimou e decidiu transformar sua própria casa em um mosteiro austero, imitando o rigor das regras mais estritas. Com o tempo, suas experiências místicas e êxtases passaram a atrair multidões, o que motivou a família a se mudar para o isolamento do monte Santelmo. Mesmo no retiro da montanha, a fama de sua santidade continuou atraindo fiéis, e foi ali que ela conseguiu o apoio de um monsenhor para erguer uma igreja dedicada à Imaculada Conceição.

Guiada por uma ordem divina e com a bênção do arcebispo de Nápoles, Úrsula viajou a Roma em maio de 1582, onde se encontrou com o Papa Gregório XIII para alertá-lo com coragem sobre a urgência de conversão diante dos excessos dos pecados do mundo. Após cumprir essa importante missão, ela regressou ao monte Santelmo para dar continuidade à sua vida de sacrifício e recolhimento. O ápice de sua caminhada espiritual e comunitária consolidou-se quando o cardeal de Santa Severina a visitou em nome da Igreja, concedendo-lhe a autorização oficial para fundar uma congregação e estabelecer um convento voltado ao acolhimento de jovens e ao bem das almas.

Com a saúde debilitada, Madre Úrsula deixou a administração de sua comunidade com a Irmã Cristina. Em 1616, para organizar o grupo em crescimento, Úrsula ditou as regras oficiais da congregação sob o lema “Viver sem outra regra além do amor”, confiando a direção espiritual aos Padres Teatinos.

Úrsula faleceu em 1618, aos 68 anos, e foi declarada Venerável pelo Papa Pio VI em 1793.

Hoje: A Congregação das Irmãs Teatinas atua globalmente — inclusive no Brasil — com obras de educação, saúde e pastoral.

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missão

Irmã Olinda

Pruch

Irmã Silvana

Alberti

Irmã Aparecida

Maria

Irmã Maria

Goretti

Irmã Simone

Polidoro

Irmã Angela

Maria

Irmã Lurdes

Polidoro

  • Irmã Lurdes: Madre Provincial, Superiora da casa de Curitiba e faz parte da Pastoral do Batismo e da Liturgia em Curitiba.

  • Irmã Ângela: Psicóloga;

  • Irmã Goretti: Professora de Ensino Religioso e Catequista, faz parte da Pastoral do Batismo e da Liturgia, responsável pelas capelinhas do bairro e serve a Comunhão nas Missas.

  • Irmã Olinda: Diretora do Colégio de Curitiba e Conselheira Provincial;

  • Irmã Aparecida: Ecônomo da Casa de Curitiba, catequista, faz parte da Pastoral da Acolhida e da Pastoral do Idoso em Curitiba;

  • Irmã Simone: Superiora da casa de Pato Branco, responsável pelas vocações, Conselheira Provincial e Catequista em Pato Branco e serve a Comunhão nas Missas;

  • Irmã Silvana: Diretora da Escola de Pato Branco e responsável pelo RH da Escola e serve a Comunhão nas Missas.